Cataguases traz na sua história a marca da modernidade. Aqui, uma visão cosmopolita se projeta na economia industrial em 1905, simultaneamente, na cultura modernista com a literatura, o urbanismo, a arquitetura, e, sobretudo, com o surgimento do cinema nacional, com Humberto Mauro, até metade do século passado.
Uma cidade que, no século XX, se destacou no cenário nacional pela sua intensa produção modernista, seja na literatura nos anos 1920 através do Movimento Verde, seja na arquitetura e artes aplicadas, a partir de 1940, através de obras de importantes artistas do movimento modernista brasileiro dentre eles Oscar Niemeyer, Francisco Bolonha, Irmãos Roberto, Burle Marx, Carlos Leão, Cândido Portinari, Bruno Giorgi, José Pedrosa, Emeric Marcier, Anísio Medeiros, Joaquim Tenreiro e outros.
Entre os anos de 1925 e 1974 Humberto Mauro, um pioneiro da arte cinematográfica no Brasil, criou e dirigiu alguns dos filmes mais importantes do cinema brasileiro. E foi em Cataguases que Humberto Mauro inicia sua trajetória e, ao lado do fotográfo italiano Pedro Comello, em 1925, realiza na cidade o primeiro filme – “Valadião, o Cratera”, referência para várias gerações em todo o país.
Um legado histórico fantástico que possibilita a Cataguases sonhar com um presente e futuro promissor!
Cultura e Desenvolvimento local Sustentável.
Nos últimos anos do século passado, surge na cidade um novo ciclo virtuoso, liderado, fundamentalmente pela iniciativa de novas lideranças culturais, sociais e empresariais, ligadas, sobretudo, a empresas e instituições do chamado 3º Setor.
Desde então, esse movimento está empenhado no planejamento e implantação de um amplo programa de Cultura e Desenvolvimento, sustentado por uma rede local de cooperação horizontal. Compõem essa rede, com destaque para a empresa ENERGISA e a Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho; a Cia. Industrial Cataguases e o Instituto Francisca de Souza Peixoto; o Grupo Química Cataguases e a Fundação Casa Simão José Silva; a Cia. Brasileira de Alumínio e o Instituto Votorantin; a Adecat-Sebrae – Agência de Desenvolvimento Local; a Fábrica do Futuro e o Instituto Cidade de Cataguases.
Essa mobilização possibilitou ampliar o leque de parcerias para instituições estaduais, nacionais e internacionais, em especial, com o Governo de Minas Gerais e a Secretaria de Estado da Cultura, o Governo Federal e oMinistério da Cultura, o Sebrae, Unesco, dentre outras.
Atualmente esse processo resultou na elaboração de um Termo de Cooperação com o Sebrae no desenvolvimento de Plano de Ações que sirva como “modelo de economia criativa”, onde a idéia central é a implantação de um “Pólo de Criação Audiovisual” na cidade de Cataguases.
Uma nova referência de desenvolvimento baseado no crescimento e acúmulo do “conhecimento cultural e social local”, em especial a partir da utilização máxima do potencial das novas tecnologias de informação e comunicação, em favor da qualidade de vida urbana, distribuição de riquezas, cidadania, democracia e transformação social. Um programa que tenha impactos políticos, simbólicos e econômicos; referência na gestão de desenvolvimento humano sustentável por meio da criatividade local.
CATAGUASES
Cataguases traz na sua história a marca da modernidade. Aqui, uma visão cosmopolita se projeta na economia industrial em 1905, simultaneamente, na cultura modernista com a literatura, o urbanismo, a arquitetura, e, sobretudo, com o surgimento do cinema nacional, com Humberto Mauro, até metade do século passado.
Uma cidade que, no século XX, se destacou no cenário nacional pela sua intensa produção modernista, seja na literatura nos anos 1920 através do Movimento Verde, seja na arquitetura e artes aplicadas, a partir de 1940, através de obras de importantes artistas do movimento modernista brasileiro dentre eles Oscar Niemeyer, Francisco Bolonha, Irmãos Roberto, Burle Marx, Carlos Leão, Cândido Portinari, Bruno Giorgi, José Pedrosa, Emeric Marcier, Anísio Medeiros, Joaquim Tenreiro e outros.
Entre os anos de 1925 e 1974 Humberto Mauro, um pioneiro da arte cinematográfica no Brasil, criou e dirigiu alguns dos filmes mais importantes do cinema brasileiro. E foi em Cataguases que Humberto Mauro inicia sua trajetória e, ao lado do fotográfo italiano Pedro Comello, em 1925, realiza na cidade o primeiro filme – “Valadião, o Cratera”, referência para várias gerações em todo o país.
Um legado histórico fantástico que possibilita a Cataguases sonhar com um presente e futuro promissor!
Cultura e Desenvolvimento local Sustentável.
Nos últimos anos do século passado, surge na cidade um novo ciclo virtuoso, liderado, fundamentalmente pela iniciativa de novas lideranças culturais, sociais e empresariais, ligadas, sobretudo, a empresas e instituições do chamado 3º Setor.
Desde então, esse movimento está empenhado no planejamento e implantação de um amplo programa de Cultura e Desenvolvimento, sustentado por uma rede local de cooperação horizontal. Compõem essa rede, com destaque para a empresa ENERGISA e a Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho; a Cia. Industrial Cataguases e o Instituto Francisca de Souza Peixoto; o Grupo Química Cataguases e a Fundação Casa Simão José Silva; a Cia. Brasileira de Alumínio e o Instituto Votorantin; a Adecat-Sebrae – Agência de Desenvolvimento Local; a Fábrica do Futuro e o Instituto Cidade de Cataguases.
Essa mobilização possibilitou ampliar o leque de parcerias para instituições estaduais, nacionais e internacionais, em especial, com o Governo de Minas Gerais e a Secretaria de Estado da Cultura, o Governo Federal e oMinistério da Cultura, o Sebrae, Unesco, dentre outras.
Atualmente esse processo resultou na elaboração de um Termo de Cooperação com o Sebrae no desenvolvimento de Plano de Ações que sirva como “modelo de economia criativa”, onde a idéia central é a implantação de um “Pólo de Criação Audiovisual” na cidade de Cataguases.
Uma nova referência de desenvolvimento baseado no crescimento e acúmulo do “conhecimento cultural e social local”, em especial a partir da utilização máxima do potencial das novas tecnologias de informação e comunicação, em favor da qualidade de vida urbana, distribuição de riquezas, cidadania, democracia e transformação social. Um programa que tenha impactos políticos, simbólicos e econômicos; referência na gestão de desenvolvimento humano sustentável por meio da criatividade local.