O Festival Ver e Fazer Filmes é uma realização da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, do Instituto Cidade Cataguases e do CINEPORT – Festival de Cinema dos Países de Língua Portuguesa. Em sua 2ª edição, o Festival acontece em Cataguases (Minas Gerais, Brasil), no período de 3 a 14 de Agosto de 2010.
O Festival Ver e Fazer Filmes tem como missão principal possibilitar, a partir de um formato original, um encontro de aprendizado entre diversos profissionais do mercado audiovisual, professores, estudantes universitários e participantes de projetos sociais e culturais, por meio de uma experiência única e singular de formação, criação, produção e competição cinematográfica.
Em 2010, o Festival irá movimentar Cataguases com a produção de curtas-metragens de ficção e documentários, fóruns com especialistas, ações de intercâmbio entre jovens da região, oficinas, exposição, teatro, dança e shows musicais. A cidade será palco de uma animada disputa que irá envolver duas universidades e cinco equipes de jovens do Brasil, Portugal, Moçambique, Angola e Cabo Verde.
O Festival se apóia em dois eixos principais: a etapa Fazer, que irá resultar na produção de sete curtas-metragens, todos inspirados na obra do importante escritor cataguasense Luiz Ruffato; e a etapa Ver, com ações, oficinas relâmpagos, exibições de filmes especialmente organizadas para o público infanto-juvenil, sessões comentadas, palestras e mostras multimídias. No encerramento, o Festival institui o prêmio “Câmera na Cabeça” em diversas categorias, tanto para Etapa Fazer, quanto para Etapa Ver.
Desde sua primeira edição, em dezembro de 2008, o Festival Ver e Fazer Filmes está integrado a um amplo Programa de Cultura e Desenvolvimento Local, na perspectiva da organização de políticas públicas de cultura e juventude na cidade e região. No campo da economia criativa a meta é a implantação do “Pólo Audiovisual, Animação e Mídias Digitais”.
O Fórum
Dentro da perspectiva de promover o desenvolvimento local sustentável será realizada a segunda edição do “Fórum Diver-Cidades Criativas”, que em parceria com SEBRAE-MG, promoverá o encontro de gestores públicos e privados da região, com pesquisadores universitários, especialistas de gestão; produtores do audiovisual e da economia da cultura.
O “Fórum” é um momento especial de reflexão, organização e estabelecimento de convênios e termos de parcerias, entre as diversas instituições e empresas envolvidas na perspectiva de implantação do “Pólo Audiovisual, Animação e Mídias Digitas” na cidade e região.
Programação Paralela
Outras três ações fazem parte da programação do “2º Festival Ver e Fazer Filmes”, são elas: o “Projeto Geografias Imaginárias” com exposição multimídia e palestras sobre arte, tecnologia e mobilidade, bem como, o espetáculo de rua “Os amantes de Sherazade e as Novas Tecnologias da Comunicação”, uma experimentação do Grupo de Teatro Kabana, de Belo Horizonte. Os dois projetos fazem parte do Programa Vivo Lab patrocinados pela empresa Vivo. www.vivolab.com.br
E ainda as oficinas do Projeto Irradiar, criadas por Orlando Senna e Conceição Senna e realizadas pelo Tempo Glauber com o apoio do Fundo Nacional de Cultura do Ministério da Cultura. Divididas em módulos, as oficinas trazem a Cataguases, no período de maio a setembro, importantes especialistas como Doc Comparato, David Tygel, Cláudio Nigro, Thiago Falcão, Luiz Adolfo de Andrade. www.fabricadofuturo.org.br/irradiar
FESTIVAL
O Festival Ver e Fazer Filmes é uma realização da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, do Instituto Cidade Cataguases e do CINEPORT – Festival de Cinema dos Países de Língua Portuguesa. Em sua 2ª edição, o Festival acontece em Cataguases (Minas Gerais, Brasil), no período de 3 a 14 de Agosto de 2010.
O Festival Ver e Fazer Filmes tem como missão principal possibilitar, a partir de um formato original, um encontro de aprendizado entre diversos profissionais do mercado audiovisual, professores, estudantes universitários e participantes de projetos sociais e culturais, por meio de uma experiência única e singular de formação, criação, produção e competição cinematográfica.
Em 2010, o Festival irá movimentar Cataguases com a produção de curtas-metragens de ficção e documentários, fóruns com especialistas, ações de intercâmbio entre jovens da região, oficinas, exposição, teatro, dança e shows musicais. A cidade será palco de uma animada disputa que irá envolver duas universidades e cinco equipes de jovens do Brasil, Portugal, Moçambique, Angola e Cabo Verde.
O Festival se apóia em dois eixos principais: a etapa Fazer, que irá resultar na produção de sete curtas-metragens, todos inspirados na obra do importante escritor cataguasense Luiz Ruffato; e a etapa Ver, com ações, oficinas relâmpagos, exibições de filmes especialmente organizadas para o público infanto-juvenil, sessões comentadas, palestras e mostras multimídias. No encerramento, o Festival institui o prêmio “Câmera na Cabeça” em diversas categorias, tanto para Etapa Fazer, quanto para Etapa Ver.
Desde sua primeira edição, em dezembro de 2008, o Festival Ver e Fazer Filmes está integrado a um amplo Programa de Cultura e Desenvolvimento Local, na perspectiva da organização de políticas públicas de cultura e juventude na cidade e região. No campo da economia criativa a meta é a implantação do “Pólo Audiovisual, Animação e Mídias Digitais”.
O Fórum
Dentro da perspectiva de promover o desenvolvimento local sustentável será realizada a segunda edição do “Fórum Diver-Cidades Criativas”, que em parceria com SEBRAE-MG, promoverá o encontro de gestores públicos e privados da região, com pesquisadores universitários, especialistas de gestão; produtores do audiovisual e da economia da cultura.
O “Fórum” é um momento especial de reflexão, organização e estabelecimento de convênios e termos de parcerias, entre as diversas instituições e empresas envolvidas na perspectiva de implantação do “Pólo Audiovisual, Animação e Mídias Digitas” na cidade e região.
Programação Paralela
Outras três ações fazem parte da programação do “2º Festival Ver e Fazer Filmes”, são elas: o “Projeto Geografias Imaginárias” com exposição multimídia e palestras sobre arte, tecnologia e mobilidade, bem como, o espetáculo de rua “Os amantes de Sherazade e as Novas Tecnologias da Comunicação”, uma experimentação do Grupo de Teatro Kabana, de Belo Horizonte. Os dois projetos fazem parte do Programa Vivo Lab patrocinados pela empresa Vivo. www.vivolab.com.br
E ainda as oficinas do Projeto Irradiar, criadas por Orlando Senna e Conceição Senna e realizadas pelo Tempo Glauber com o apoio do Fundo Nacional de Cultura do Ministério da Cultura. Divididas em módulos, as oficinas trazem a Cataguases, no período de maio a setembro, importantes especialistas como Doc Comparato, David Tygel, Cláudio Nigro, Thiago Falcão, Luiz Adolfo de Andrade. www.fabricadofuturo.org.br/irradiar